Desde de ja convém  dizer que este post é não é nenhuma critica, nem lição , que não sou economista, nem tão pouco ligado à nenhum ministério de cultura, mas trata-se sim do meu ponto   de vista à um problema sério, e concreto…Economia Cultural.Na escala cultural sou um consumidor de produtos culturais , logo penso que isso da-me o direito de opinar sobre o tema,seriamente(coisa que é muito dificil de fazer no jornal da hiena).A cultura ,do latin colere -cultivar , presuponho  automaticamente que tudo o que é cultivado  pode  ser vendido, trocado ou dado, mas como a troca directa e a pré-historia  ja vão longe, e o aparecimento do mercado cultural é ja realidade hà seculos, e que existem regras bem definidas, o mais simples é aplicar essas regras, adaptando-as a nossa realidade( matéria que dominamos muito bem,sem maldade), mas teoricamente facil ,mas com uma resistência no cimo da piramide, nos deciders (parafraseando G.W.Bush, mas na realidade é decision-makers) ,porque o objectivo traçado é  genial ,uma Economia Cultural, mas o caminho que se quer seguir não é bom (penso eu, mais uma vez), simplesmente porque não existem regras,normas e leis que permitem alcançar tal objectivo,sem falar de instituições,de organismos , de promoção cultural…Mas o problema real choca com o objetcivo utopico, se não houver regras,instituições reguladoras,instituições de promoção, criação equipamento cultural, envolvimento municipal na concepção de projectos ,no financiamento dos mesmos, a Economia Cultural serà uma miragem,um castelo de areia…A Economia Cultural sem uma identidade  e ou entidade cultural , não pode existir, ou se existir serà uma presa facil para os tubarões que ja pululam o mar cultural (exemplo : a musica),teremos o dominio dum mercado por um ou dois grupos ,que na economia da-se belo nome de  monopolio para o 1°ou oligopolio para o 2°,ou seja estariamos a fazer a cama para alguém deitar , que para mim não é nem  imaginavel quanto mais concebivel. Outra das lacunas é o serviço publico, e do serviço que em principio, deveria prestar ,desde ser o primeiro mecenas a financiar, a criar instituições voltadas para a cultura(museus,teatros, conservatorios,etc) criar um organismo de promoção cultural para o exterior ligado as embaixadas,ao ministerio negocios estrangeiros e ao ministério da cultura, que funcione! Criar uma entidade reguladora e protectora dos direitos de autor, que funcione! Funcional!, criar leis, normas e regras , e que haja uma descentralização cultural a nivel das decisões (não um lavar de mãos, e ou bsot desenrasca) mas um maior envolvimento municipal,  um real apoio a organismos independentes ou não governamentais…

 

P.S. a cultura deveria funcionar de forma horizontal , envolvendo a população( o consumidor) e não de forma vertical servindo elites e interesses politicos (no poder e na oposição)!